sexta-feira, 20 de abril de 2012
Semama de Clássico Muito Fria
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Centernada
Eu não iria falar nada do centenário dos verdes, mas depois de tanta bobagem que escutei de atleticanos sobre o tema resolvi tocar no assunto, e claro de não atleticanos foi muito mais.
Primeiro não iria falar porque nós passamos o time verde há muito tempo. Desde 1995 deixamos de viver a sombra deles e projetamos nosso clube para muito mais que uma rivalidade estadual, que era a única coisa que almejávamos naquela época. O nosso grande feito era ganhar um atletiba, um estadual a cada quantos anos?
Depois desse ano passamos a ser respeitados não apenas nacionalmente, tanto fora quanto dentro de campo, como internacionalmente também. Hoje o nome do Atlético Paranaense é reconhecido e bem visto em muitos lugares do mundo. Ultrapassamos a barreira dessa rivalidade estadual.
E nem falo da página no jornal feita pela diretoria, acho que na posição deles também faria o mesmo, uma homenagem provocativa. Falo de torcedores, colunistas, pessoas que vivem o Atlético há muito tempo e sabem de muitas coisas que foram feitas para nos prejudicar, muito mais do que eu sei. E agora que estamos numa posição melhor que eles, como clube, surge esse papo de que um precisa do outro, que a rivalidade alimentou o nosso crescimento, e tem que existir e que sem ela um não iria crescer tanto e blá blá blá...
Essa história agora serve para eles, porque o nosso crescimento se deve a um trabalho sério e planejado. O que eles cresceram depois de 1995 onde a gente começou nosso crescimento? Só se foi em dividas o crescimento deles.
A todos estes atleticanos que elogiam tanto eles, e dão parabéns pelo centenário, e enaltecem essa rivalidade faço algumas perguntas:
1- Já se esqueceram de quantas vezes perdemos jogos porque armavam arbitragens e compravam jogadores pelas nossas costas?
2- Já se esqueceram de quantas vezes perdemos campeonatos porque estava tudo marcado para eles ganharem?
3- Já se esqueceram de quanto dinheiro levaram da gente naquele estádio enquanto não tínhamos um estádio para jogar os chamados “clássicos” e claro só jogávamos la pagando e bem por isso? Sem falar na tal catraca, agora não me recordo o numero dela, que girava em falso para encher a burra deles de mais dinheiro à custa dos nossos jogos?
4- Já esqueceram de quantas vezes a FPF quis prejudicar, e conseguiu, a gente em beneficio deles?
5- Já esqueceram que numa reunião do Clube dos 13 estava tudo certo para uma votação onde os clubes iriam fatiar melhor o dinheiro dado pela TV e na hora da votação o presidente deles pulou fora deixando o Atlético e outros clubes na mão?
6- Já esqueceram que eles romperam com a Futpar, órgão que visava o fortalecimento do futebol do Paraná, para ficar do lado da FPF que sempre foi e continua sendo contra o Atlético?
7- Já se esqueceram da ridícula tabela do paranaense deste ano que dava todas as vantagens para eles caso o regulamento não tivesse sido mantido como estava escrito?
8- Já se esqueceram que no apagar das luzes da escolha da sede da Copa do Mundo tentaram um último golpe para tirar a Copa da Arena?
9- Já esqueceram que uma bomba no nosso estádio é punição, la no estádio deles tudo pode, extintor, bomba, e etc.. ... Até a policia bate nos torcedores.
Respondendo todas estas perguntas talvez estes atleticanos que queriam exaltar tanto esta rivalidade caiam em si e vejam que não existe rivalidade sadia com eles. Pode existir dentro de campo, mas fora dele a guerra é sempre brutal contra nós e tudo que puderem fazer para nos prejudicarem eles farão.
Volto a repetir, os passamos já faz muito tempo, e se eles não existirem mais não fará diferença nenhuma, pois nosso clube não precisa deles para crescer.
terça-feira, 30 de junho de 2009
Seminario Nacional de torcidas Organizadas
Enquanto se matam nas ruas, conversam nos corredores.
Julião quer aproximação entre torcidas e autoridades - http://www.cmc.pr.gov.br/ass_det.php?not=13073
Após o compromisso de paz entre as torcidas organizadas da capital, durante seminário realizado na Câmara Municipal, o vereador Julião Sobota (PSC) quer promover nova reunião entre autoridades e líderes de torcidas. "Nós precisamos definir as responsabilidades de cada autoridade do poder público, para estabelecer o que cabe às torcidas organizadas. Os torcedores violentos devem ser identificados e punidos", enfatiza o vereador, que nos dias 4 e 5 de julho participará, em São Paulo, do I Seminário Nacional de Torcidas Organizadas, promovido pelos ministérios da Justiça e dos Esportes.
A experiência adquirida no último dia 18, com a realização do evento "Futebol, uma jogada pela paz", na Câmara Municipal, e os anos de liderança na torcida organizada Os Fanáticos, a maior do Clube Atlético Paranaense, da qual é o atual presidente, são o que Julião pretende levar à capital paulista. "O fim das torcidas organizadas em grandes cidades não reduziu a violência. A Fanáticos completa 32 anos de existência em outubro pregando o respeito à família e à comunidade. Não podemos deixar que pessoas violentas estraguem essa história. É a violência que precisa ser combatida e ela está em todo o lugar", diz Julião.
Ocorrências
Ele ressalta o aspecto positivo dos dados divulgados durante o seminário pelo diretor da Guarda Municipal, inspetor Celso dos Santos, e o gerente de fiscalização da Urbs, Edson Berleze. Informações do serviço de Proteção ao Transporte Coletivo (PTC) indicam que houve queda de 70% no total de ocorrências na comparação do primeiro semestre de 2008 com o de 2009. O número de casos caiu de 1.856 no ano passado para apenas 557 neste ano. "Para melhorar esses resultados, é preciso ampliar a cooperação com a Polícia Militar, Guarda Municipal, Ministério Público. Torcedor violento precisa ser identificado, filmado, fotografado e punido. Quando essas pessoas sentirem no bolso, forem detidas ou impedidas de assistir jogos do seu clube de coração, a situação vai mudar", comenta o vereador.
No primeiro semestre de 2009, o PTC registrou 269 casos de desordem, 140 de vandalismo e 85 de tumulto, coincidentemente em dias de partidas de futebol dos times da capital durante o campeonato paranaense e a Copa do Brasil. Os bairros que mais sofrem com o vandalismo são o Centro, Novo Mundo, Capão da Imbuia, Santa Cândida, Boqueirão, Capão Raso, Cidade Industrial e Alto da Rua XV. Analisando a distribuição geográfica, nota-se a proximidade de estádios de futebol e terminais de ônibus com grande tráfego de pessoas. Em 2009, os atos de vandalismo já custaram R$ 97 mil ao sistema integrado de transporte de Curitiba e região metropolitana. Dos 508 ônibus depredados no primeiro semestre, 152 eram alimentadores e 102 metropolitanos.
Linhas especiais
"A Federação Paranaense de Futebol precisa cooperar também. Os dados da Urbs mostram que a violência aumenta quando são marcados para o mesmo dia partidas dos três clubes da capital. Não dá para deixar isso acontecer, pois os torcedores violentos se encontram e depredam os ônibus, machucando as pessoas", diz o vereador, que defende linhas especiais para torcedores em dias de jogo. "Torcida organizada tem carteirinha, dá para separar quem é e quem não é registrado. Mas também é preciso investir na formação a longo prazo, em projetos nas escolas que ensinem as crianças a viver em harmonia umas com as outras, respeitando as diferenças", conclui Julião.
Abraços