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sexta-feira, 20 de abril de 2012

Semama de Clássico Muito Fria


Parece que a imprensa paranaense já esta prevendo o que acontecera no fim de semana, ganharemos dos verdes la dentro da casa deles com torcida única e faremos a festa do titulo no outro domingo. E porque tão prevendo?

Por que a semana toda ta muito parada, uma semana de clássico nunca foi tão fria como esta. Nos principais jornais poucas matérias sobre o jogo, e as poucas ainda muito frias, nos sites de torcida então nem se fala. No principal site nosso nenhuma coluna a semana toda, uma capa diferente apenas hoje, bem diferente do ano passado onde havia enxurradas de colunas pedindo união da torcida e apoio para um time medíocre.

Agora que temos um time bom, que esta respondendo dentro de campo acho que eles pensam que o apoio do torcedor não se faz necessário, deve ser isso, ou será que seria outro motivo? Agora vamos esperar na segunda-feira caso o resultado esperado pela maioria não seja uma vitoria, quantas colunas criticando o time aparecerão?

Mas falando de time não espero nenhuma surpresa, apesar de uma radio ai já ter visto o esquema 3-5-2 num treino do Carrasco. Bem capaz mesmo né? A única mudança mesmo seria a entrada de Bruno Costa de lateral esquerdo, é lateral esquerdo e não zagueiro, para melhorar a marcação das bolas altas.

Mas ai fica a duvida? Sai Marcinho e Heracles fica no meio para formar um 4-4-2 com um volante centralizado e dois meias um de cada lado, com Liguera mais a frente, ou mais simples sai o Heracles e o time continua com o 4-3-3, podendo ai entrar o Ricardinho no ataque no lugar do Marcinho e o Edgar Junio jogar mais centralizado. Outra duvida seria entre Baier e Zezinho, mas Carrasco já falou que Baier vai para o jogo junto com Guerron, os dois únicos confirmados para a partida. Este ultimo numa ótima fase promete ser o jogador decisivo do jogo, e espero que seja mesmo.

São pequenas alterações que não mudam quase nada a forma do time jogar, será um time vibrante procurando o ataque e aprontando uma correria para cima da lenta zaga dos verdes. E o grande cuidado que precisamos tomar são com as bolas paradas deles, realmente a única jogada deles que tem dado certo, só não da mais certo que a ajuda da arbitragem que eles tem recebido, são pênaltis não marcados aos montes contra eles.Se os zagueiros são lentos pelo menos são ótimos cabeceadores, e isso pode atrapalhar.

No mais promete ser um jogo cheio de alternativas, não acredito em amplo domínio de nenhum dos lados, mas acredito sim que vamos ter mais chances de finalizações a gol, e daí espero que o nosso gol saia logo para que não voltemos ao velho problema de erro de finalizações levando ao afobamento do time.

Confio no Carrasco e nesse time, e não vai ser este resultado que vai julgar todo o seu trabalho, mas é muito importante esta vitoria, seria um cala boca imenso num monte de gente que vem torcendo contra o furacão neste começo de ano.

Abraços

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Centernada

Eu não iria falar nada do centenário dos verdes, mas depois de tanta bobagem que escutei de atleticanos sobre o tema resolvi tocar no assunto, e claro de não atleticanos foi muito mais.

Primeiro não iria falar porque nós passamos o time verde há muito tempo. Desde 1995 deixamos de viver a sombra deles e projetamos nosso clube para muito mais que uma rivalidade estadual, que era a única coisa que almejávamos naquela época. O nosso grande feito era ganhar um atletiba, um estadual a cada quantos anos?

Depois desse ano passamos a ser respeitados não apenas nacionalmente, tanto fora quanto dentro de campo, como internacionalmente também. Hoje o nome do Atlético Paranaense é reconhecido e bem visto em muitos lugares do mundo. Ultrapassamos a barreira dessa rivalidade estadual.

E nem falo da página no jornal feita pela diretoria, acho que na posição deles também faria o mesmo, uma homenagem provocativa. Falo de torcedores, colunistas, pessoas que vivem o Atlético há muito tempo e sabem de muitas coisas que foram feitas para nos prejudicar, muito mais do que eu sei. E agora que estamos numa posição melhor que eles, como clube, surge esse papo de que um precisa do outro, que a rivalidade alimentou o nosso crescimento, e tem que existir e que sem ela um não iria crescer tanto e blá blá blá...

Essa história agora serve para eles, porque o nosso crescimento se deve a um trabalho sério e planejado. O que eles cresceram depois de 1995 onde a gente começou nosso crescimento? Só se foi em dividas o crescimento deles.

A todos estes atleticanos que elogiam tanto eles, e dão parabéns pelo centenário, e enaltecem essa rivalidade faço algumas perguntas:

1- Já se esqueceram de quantas vezes perdemos jogos porque armavam arbitragens e compravam jogadores pelas nossas costas?


2- Já se esqueceram de quantas vezes perdemos campeonatos porque estava tudo marcado para eles ganharem?


3- Já se esqueceram de quanto dinheiro levaram da gente naquele estádio enquanto não tínhamos um estádio para jogar os chamados “clássicos” e claro só jogávamos la pagando e bem por isso? Sem falar na tal catraca, agora não me recordo o numero dela, que girava em falso para encher a burra deles de mais dinheiro à custa dos nossos jogos?


4- Já esqueceram de quantas vezes a FPF quis prejudicar, e conseguiu, a gente em beneficio deles?


5- Já esqueceram que numa reunião do Clube dos 13 estava tudo certo para uma votação onde os clubes iriam fatiar melhor o dinheiro dado pela TV e na hora da votação o presidente deles pulou fora deixando o Atlético e outros clubes na mão?


6- Já esqueceram que eles romperam com a Futpar, órgão que visava o fortalecimento do futebol do Paraná, para ficar do lado da FPF que sempre foi e continua sendo contra o Atlético?


7- Já se esqueceram da ridícula tabela do paranaense deste ano que dava todas as vantagens para eles caso o regulamento não tivesse sido mantido como estava escrito?


8- Já se esqueceram que no apagar das luzes da escolha da sede da Copa do Mundo tentaram um último golpe para tirar a Copa da Arena?


9- Já esqueceram que uma bomba no nosso estádio é punição, la no estádio deles tudo pode, extintor, bomba, e etc.. ... Até a policia bate nos torcedores.

Respondendo todas estas perguntas talvez estes atleticanos que queriam exaltar tanto esta rivalidade caiam em si e vejam que não existe rivalidade sadia com eles. Pode existir dentro de campo, mas fora dele a guerra é sempre brutal contra nós e tudo que puderem fazer para nos prejudicarem eles farão.

Volto a repetir, os passamos já faz muito tempo, e se eles não existirem mais não fará diferença nenhuma, pois nosso clube não precisa deles para crescer.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Seminario Nacional de torcidas Organizadas

E as torcidas organizadas continuam no debate.
Enquanto se matam nas ruas, conversam nos corredores.

Julião quer aproximação entre torcidas e autoridades - http://www.cmc.pr.gov.br/ass_det.php?not=13073


Após o compromisso de paz entre as torcidas organizadas da capital, durante seminário realizado na Câmara Municipal, o vereador Julião Sobota (PSC) quer promover nova reunião entre autoridades e líderes de torcidas. "Nós precisamos definir as responsabilidades de cada autoridade do poder público, para estabelecer o que cabe às torcidas organizadas. Os torcedores violentos devem ser identificados e punidos", enfatiza o vereador, que nos dias 4 e 5 de julho participará, em São Paulo, do I Seminário Nacional de Torcidas Organizadas, promovido pelos ministérios da Justiça e dos Esportes.
A experiência adquirida no último dia 18, com a realização do evento "Futebol, uma jogada pela paz", na Câmara Municipal, e os anos de liderança na torcida organizada Os Fanáticos, a maior do Clube Atlético Paranaense, da qual é o atual presidente, são o que Julião pretende levar à capital paulista. "O fim das torcidas organizadas em grandes cidades não reduziu a violência. A Fanáticos completa 32 anos de existência em outubro pregando o respeito à família e à comunidade. Não podemos deixar que pessoas violentas estraguem essa história. É a violência que precisa ser combatida e ela está em todo o lugar", diz Julião.
Ocorrências
Ele ressalta o aspecto positivo dos dados divulgados durante o seminário pelo diretor da Guarda Municipal, inspetor Celso dos Santos, e o gerente de fiscalização da Urbs, Edson Berleze. Informações do serviço de Proteção ao Transporte Coletivo (PTC) indicam que houve queda de 70% no total de ocorrências na comparação do primeiro semestre de 2008 com o de 2009. O número de casos caiu de 1.856 no ano passado para apenas 557 neste ano. "Para melhorar esses resultados, é preciso ampliar a cooperação com a Polícia Militar, Guarda Municipal, Ministério Público. Torcedor violento precisa ser identificado, filmado, fotografado e punido. Quando essas pessoas sentirem no bolso, forem detidas ou impedidas de assistir jogos do seu clube de coração, a situação vai mudar", comenta o vereador.
No primeiro semestre de 2009, o PTC registrou 269 casos de desordem, 140 de vandalismo e 85 de tumulto, coincidentemente em dias de partidas de futebol dos times da capital durante o campeonato paranaense e a Copa do Brasil. Os bairros que mais sofrem com o vandalismo são o Centro, Novo Mundo, Capão da Imbuia, Santa Cândida, Boqueirão, Capão Raso, Cidade Industrial e Alto da Rua XV. Analisando a distribuição geográfica, nota-se a proximidade de estádios de futebol e terminais de ônibus com grande tráfego de pessoas. Em 2009, os atos de vandalismo já custaram R$ 97 mil ao sistema integrado de transporte de Curitiba e região metropolitana. Dos 508 ônibus depredados no primeiro semestre, 152 eram alimentadores e 102 metropolitanos.
Linhas especiais
"A Federação Paranaense de Futebol precisa cooperar também. Os dados da Urbs mostram que a violência aumenta quando são marcados para o mesmo dia partidas dos três clubes da capital. Não dá para deixar isso acontecer, pois os torcedores violentos se encontram e depredam os ônibus, machucando as pessoas", diz o vereador, que defende linhas especiais para torcedores em dias de jogo. "Torcida organizada tem carteirinha, dá para separar quem é e quem não é registrado. Mas também é preciso investir na formação a longo prazo, em projetos nas escolas que ensinem as crianças a viver em harmonia umas com as outras, respeitando as diferenças", conclui Julião.


Abraços